Narcolepsia

Publicado em 07/01/2020

A narcolepsia se caracteriza por sonolência excessiva diurna e manifestações de instabilidade do sono REM. 

É descrita como uma síndrome caracterizada por sonolência excessiva diurna, cataplexia, paralisia do sono, alucinações e fragmentação do sono. A cataplexia é um fenômeno de perda súbita da contração dos músculos do corpo, que leva a quedas sem a perda de consciência. 

A narcolepsia tipo 1 é caracterizada por cataplexia e/ou baixos níveis de hipocretina no líquido cefalorraquidiano (LCR), enquanto a narcolepsia tipo 2 não tem cataplexia e os níveis de hipocretina são normais.  

A hipocretina é uma substância química do cérebro responsável por controlar a vigília, o despertar e o apetite. Na narcolepsia há a destruição das células produtoras de hipocretina e fatores genéticos são claramente determinantes, como o gene HLA-DQB1*0602.

O diagnóstico é clínico e por estudos de neurofisiologia após polissonografia noturna e teste de múltiplas latências do sono durante o dia. Os tratamentos medicamentosos e não medicamentosos buscam controlar a sonolência excessiva diurna e os ataques de cataplexia.

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